Aftosa: confira 6 cuidados necessários na hora de vacinar o rebanho
O ano de 2017 foi de crescimento para o setor agropecuário paraense. A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) garantiu, por meio de ações de defesa sanitária, importantes títulos de áreas livres tanto no campo vegetal como no animal. Esse trabalho de defesa sanitária busca oferecer aos mercados regularidade e qualidade na produção, nas áreas da agricultura e pecuária. Esses dois segmentos influenciam diretamente na balança comercial, gerando emprego e renda.Os títulos conquistados demonstram a qualidade dos produtos comercializados pelos produtores paraenses, permitindo a expansão de mercados para outros estados e países. Este ano, o Pará recebeu o reconhecimento pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), de que o estado é 100% livre da Febre Aftosa. Até então, oito municípios paraenses que possuem divisa com os estados do Amazonas e Amapá, áreas que eram considererados de risco. FOTO: ASCOM ADEPARÁ DATA: 01.01.2018 BELÉM- PARÁ

Aftosa: confira 6 cuidados necessários na hora de vacinar o rebanho

Começa nesta sexta-feira, 1º de novembro a segunda etapa da vacinação. Este ano, a vacina teve alterações na formulação, com redução na dosagem de aplicação

01 de novembro de 2019 às 11h49

Por Canal Rural

Até o próximo dia 30, devem ser imunizados bovinos e bubalinos na faixa etária de zero a 24 meses. Foto: Ascom Adepará/divulgação

Começa nesta sexta-feira, 1º de novembro, a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa na maior parte do país. Em alguns estados a vacinação deverá ser aplicada em todo o rebanho bovino e bubalino, como é o caso do Acre, Amazonas, Roraima, Espirito Santo e Paraná. Já nos demais estados, a imunização deve ser direcionada para animais com idade de até 24 meses.

Cuidados na hora da aplicação

  1.  No momento da compra, é importante optar por lojas registradas e certificar que as vacinas estão armazenadas na temperatura correta: entre 2º C e 8º C.
  2.  O transporte deve ser feito em caixa térmica, com pelo menos três partes de gelo para cada vacina e lacre.
  3. O cuidado também deve ser estendido ao momento de escolha do horário de aplicação do antivírus, que deve ser feito durante o momento mais fresco do dia.
  4. Durante a vacinação, é preciso manter a seringa e as vacinas na caixa térmica, e lembre-se: use agulhas novas, adequadas e limpas. A higiene e a limpeza são fundamentais para uma boa vacinação.
  5. Antes de aplicar, agite o frasco e aplique a dosagem certa em todos os animais: 2 ml. O lugar correto de aplicação é a tábua do pescoço, podendo ser no músculo ou embaixo da pele.
  6. Após vacinar todo o rebanho necessário, é preciso preencher a declaração de vacinação e entregá-la no serviço veterinário oficial do estado juntamente com a nota fiscal de compra das vacinas.

Mudanças

Este ano, a vacina teve alterações na formulação, com redução na dosagem de aplicação, de 5 para 2 ml, a vacina passou a ser bivalente, permanecendo a proteção contra os vírus tipo A e O e as apresentações comercializadas agora serão de 15 e 50 doses. A composição do produto também foi modificada com o intuito de diminuir os nódulos.

Após imunizar seu rebanho, o produtor terá até 6 de dezembro para comprovar a vacinação junto à Inspetoria de Defesa Agropecuária local, apresentando a classificação do rebanho, por sexo e idade, e a nota fiscal de compra das doses aplicadas.

fonte: https://canalrural.uol.com.br/noticias/pecuaria/boi/aftosa-confira-6-cuidados-necessarios-na-hora-de-vacinar-o-rebanho/

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